ajudar o mundo sem fazer nada

6 formas de ajudar o mundo sem precisar fazer nada!

Parece clickbait, não é mesmo? Ajudar o mundo e as pessoas sem fazer nada, ou pelo menos sem precisar se levantar do sofá, parece uma utopia ou até uma esquete para zombar qualquer militância acomodada. Mas é verdade: dá para ajudar milhares de pessoas sem fazer nadinha.

Atualmente com a tecnologia, existem formas de fazer doações, plantar árvores e ajudar organizações não governamentais apenas fazendo o que você faz no dia-a-dia: navegando na web, fazendo pesquisas e usando o computador.

Neste post, vamos te mostrar as alternativas que a gente mais gosta. Está preparado para começar a ajudar sem precisar fazer muito? Bora lá conhecer 6 formas de ajudar as pessoas e o mundo sem precisar fazer quase nada!

1. bUnited

imagem indicando como doar ou ajudar utilizando o bunited

A bUnited se propõe a salvar as florestas do planeta, inclusive as florestas brasileiras. A proposta é construir uma rede de compras online que possa trazer benefícios e criar um lobby para pressionar as marcas a serem mais conscientes e responsáveis com o meio ambiente.

O grande diferencial da bUnited é que o programa deposita na sua conta US$10 para cada pessoa que você indica, que fica na sua conta até você poder utilizá-lo no futuro. Atualmente, eles estão com uma campanha/parceria com o Cinemark e com a Dafiti (50% de desconto no ingresso do cinema + 10m² de floresta amazônica salva no primeiro e 30% de desconto + 10m² de floresta salva no segundo).

Conheça a bUnited

Disponibilidade: todos os navegadores.

2. Tab for a Cause

imagem indicando como doar ou ajudar utilizando o tab for a cause

Sabe aquele momento que você inicia o navegar e ele já abre uma nova aba? Ou quando você está prestes a navegar para outra página e uma nova aba fica aberta esperando você digitar o endereço? É possível ajudar inúmeras instituições de caridade durante esses momentos com o Tab for a Cause.

O Tab for a Cause é uma extensão para o navegador que doa a receita gerada por impressões de anúncios enquanto uma nova aba fica aberta. Você acumula a receita e também escolhe para qual organização ou causa pretende doar. Legal né?

Eles têm uma abordagem bastante transparente e disponibilizam todos os dados de contabilidade e doações feitos pelo programa a cada 3 meses.

Conheça o Tab for a Cause

Disponibilidade: Chrome, Firefox e Edge.

3. Ecosia

imagem indicando como doar ou ajudar utilizando o ecosia

O Ecosia talvez já seja bastante conhecido, mas sempre vale a pena mencioná-lo. Vai pesquisar algo no Google? Que tal fazer isso no Ecosia e ainda por cima ajudar a plantar centenas de milhares de árvores nativas em áreas de proteção e reflorestamento?

O resultado será o mesmo, já que o motor de busca do Ecosia é o próprio Google. A abordagem aqui também é reverter a receita gerada com impressão e cliques em anúncio em árvores plantadas em regiões onde elas são necessárias. Legal, né?

Conheça o Ecosia

Disponibilidade: todos os navegadores.

4. TreeClicks

imagem indicando como doar ou ajudar utilizando o treeclicks

Também pautado pela proteção das florestas e da natureza, o TreeClicks tem os objetivos parecidos com o Ecosia mas realiza a captação de recursos para doações de maneira um pouco diferente.

Utilizando a extensão do TreeClicks, parte da receita gerada durante suas compras online são revertidas para proteção e preservação de florestas ao redor do mundo. São mais de 50 mil e-commerces parceiros da plataforma, entre eles a Amazon.

Conheça o TreeClicks

Disponibilidade: Chrome.

5. Bourgad

imagem indicando como doar ou ajudar utilizando o bougad

O Bougad tem a mesma proposta do Tab for a Cause: doar toda a receita gerada por impressões e cliques em anúncios em novas abas abertas por você para instituições e causas à sua escolha.

O mais legal aqui é instalar tanto o Tab for a Cause quanto o Bougad e procurar as instituições ou causas que você mais se identifica e quer apoiar, já que eles trabalham com listas de causa e instituições diferentes. Assim, você consegue apoiar exatamente o que você acredita!

Conheça o Bougad

Disponibilidade: Chrome e Firefox.

6. Donate Your Tab

imagem indicando como doar ou ajudar utilizando o donate your tab

O Donate Your Tab também utiliza as novas abas do seu navegador para gerar receita e doar para diversas causas e instituições de caridade (pode variar dependendo da sua região).

No entanto, ao invés de gerar essa receita através da impressão de anúncios como os que apresentamos antes, o Donate Your Tab usa as abas abertas para minerar criptomoedas e transformá-las em doação.

Conheça o Donate Your Tab

Disponibilidade: Chrome.

Que tal ajudar ainda mais?

Legais essas opções para ajudar as pessoas sem precisar mudar muito sua rotina ou tirar do próprio bolso, né? Agora, se você quiser ajudar ainda mais sem precisar fazer muito esforço compartilhe este post com seus amigos e nas redes sociais.

Pode ser que esse seja o pontapé inicial para começar uma transformação mais profunda na sociedade e no mundo em que vivemos 🙂

vacas com vr

Russia está testando Realidade Virtual em vacas

À medida que nosso futuro parece cada vez mais distópico, dispositivos de realidade virtual (VR) estão se tornando cada vez mais populares, permitindo aos usuários experiências incríveis em videogames, filmes e até mesmo em salas de aula.

A realidade virtual, no entanto, não é mais uma prerrogativa de apenas dos humanos. As vacas na Rússia também estão experimentando a novidade.

Em um experimento curioso, uma fazenda perto de Moscou testou headsets de realidade aumentada especialmente projetados para melhorar as condições de vida dos bovinos em confinamento.

Uma equipe de desenvolvedores, veterinários e especialistas criou simulações de campos verdes no verão projetados especificamente para deleitar as vacas. O objetivo é aumentar seu bem-estar, cuidando de seu estado emocional e não apenas de suas necessidades físicas. Pelos resultados obtidos até agora, a tecnologia parece mesmo trazer um ganho na qualidade de vida dos animais com o uso do VR.

vaca com dispositivo de VR

A ideia é baseada em estudos que mostram que vacas mais felizes produzem leite mais nutritivo. Os produtores de leite em todo o mundo desenvolveram uma variedade de abordagens para conseguir isso, desde tocar música clássica em estábulos até contratar quiropráticos para fazer massagens nas vacas. A realidade virtual é apenas o próximo passo, usando tecnologia de ponta para ajudar os agricultores a literalmente extrair mais leite de seus rebanhos.

Criar um dispositivo de realidade virtual ideal para vacas, no entanto, não foi nada fácil. O primeiro desafio foram os fones de ouvido, por conta da posição e forma dos ouvidos dos animais. Os olhos das vacas estão do lado de suas cabeças, o que lhes dá uma visão de 300 graus, mas limita sua visão binocular a apenas 25 a 50 graus, um desafio para os headsets de VR atuais.

Eles também são bastante específicos quando se tratam das cores. A simulação foi criada para atender o espectro de sensibilidades dos bovinos. As vacas podem distinguir a maioria das cores e são especialmente boas em reconhecer tons no extremo vermelho do espectro, como vermelho, laranja e amarelo. Já cores como verde (por mais incrível que pareça), azul e violeta elas têm mais dificuldade de identificar. Levando tudo isso em consideração, os desenvolvedores criaram uma simulação de campo exclusiva no verão, onde a incidência de raios no extremo vermelho do espectro é maior, o que evidentemente agradou as vacas.

Durante o primeiro teste, realizados na fazenda RusMoloko, no distrito de Ramensky, em Moscou, de acordo com o Ministério da Agricultura e Alimentação de Moscou, os especialistas envolvidos registraram uma diminuição da ansiedade e um aumento do humor emocional geral do rebanho.

O teste ainda está em andamento e os pesquisadores esperam que um estudo abrangente de longo prazo mostre resultados claros do efeito da realidade virtual na produção de leite, tanto em quantidade quanto em qualidade.

O que achou? Será que colocar nossos rebanhos em um episódio de Black Mirror vale a pena para ter mais leite?

como funciona o avião

Avião: como funcionam as aeronaves?

Toda aeronave mais pesada que o ar, seja um planador ou um avião a jato, depende da aplicação da energia mecânica ao ar circundante, de forma a receber um impulso para cima, sustentando-a contra as forças da gravidade. Isso ocorre com autogiros, helicópteros, aviões e tudo o que possa ser descrito como uma aeronave, ao contrário do que acontece com os dirigíveis, cuja sustentação decorre do fato de serem mais leves que o ar.

Num planador, a energia de ascensão é fornecida por uma avião rebocador ou por um guincho de lançamento. As asas têm a seção transversal, com uma forma conhecida como aerofólio, que lhes dá sustentação pelo movimento através do ar, enquanto que uma empenagem traseira, composta de dois estabilizadores, garante uma estabilidade adicional e permite que o piloto controle a direção do voo. Quando o suprimento de energia é interrompido, o planador começa a descer e deve fatalmente retornar ao solo, apesar das correntes de ar quente ascendentes (termais) que podem mantê-lo no ar por mais algum tempo. Para que uma nave mais pesada que o ar se mantenha no alto, é necessária uma entrada contínua de energia, que proporcione o movimento para a frente, contra a resistência do ar. As hélices, jatos ou foguetes, acionados por motor, fornecem o impulso necessário não só à permanência no ar, como também à subida do aparelho na decolagem.

Quem inventou o avião?

Pergunte a qualquer brasileiro sobre quem inventou o avião e eles dirão Alberto Santos-Dumont, um bon vivant, tão conhecido por suas proezas aéreas quanto por seu estilo dândi e sua vida na alta sociedade, na Belle Epoque em Paris.

Como Paul Hoffman relata em sua biografia de Santos-Dumont Asas da Loucura: A extraordinária vida de Santos-Dumont, o brasileiro excêntrico foi a primeira e única pessoa a possuir uma máquina voadora pessoal que poderia levá-lo a qualquer lugar que ele quisesse.

“Ele mantinha seu dirigível amarrado a um poste de luz em frente ao seu apartamento em Paris, na Champs-Elysées, e todas as noites viajava para jantar no Maxim’s. Durante o dia voava para fazer compras, voava para vistar amigos…”, afirma Hoffman.

Um idealista que acreditava que o voo era espiritualmente reconfortante, Santos-Dumont financiou seu estilo de vida luxuoso e experiências aéreas em Paris com a herança que seu pai cafeicultor o havia deixado quando ainda jovem.

Foi em 12 de novembro de 1906, quando Santos-Dumont voou pela primeira vez o 14-Bis, por cerca de 220 metros nos arredores de Paris. Por ser o primeiro voo público documentado do mundo, ele foi aclamado como o inventor do avião em toda a Europa.

Foi só mais tarde que os secretos voos de Orville e Wilbur Wright, os Irmãos Wright, provaram que haviam saído na frente de Santos-Dumont em Kitty Hawk, Carolina do Norte, três anos antes, no dia 17 de dezembro.

Porém, o grande embate gira em torno de como os voos foram alcançados de maneiras diferentes. Santos-Dumont e seu 14-Bis tinham propulsão própria, enquanto a aeronave dos irmãos Wright precisava de uma catapulta para alçar voo.

Outro ponto que alimenta a discussão é o que torna cada uma das máquinas um avião. Máquinas voadoras já existiam há algum tempo, Santos-Dumont inclusive fazia uso delas todos os dias. Seu 14-Bis tinha uma mecânica de voo um pouco primitiva, enquanto a aeronave dos irmãos Wright já possuía uma mecânica de voo bastante similar aos aviões que se consolidaram (algo que viria para Santos-Dumont com o Demoiselle, poucos anos depois).

Avião: desenho e forma

desenho com vários aviões de diferentes décadas que transformaram a forma de voar

O formato dos aviões quase não sofrei alteração desde os primeiros anos do século passado, embora tenham surgido perfis mais filados a partir do advento dos voos supersônicos. Basicamente, um avião é composto de uma fuselagem em forma de charuto, para transportar a tripulação, a carga e os passageiros, um par de asas, localizado mais ou menos no meio da estrutura, e uma empenagem traseira, formada por um plano horizontal e um leme de direção, vertical. Além disso, há um ou mais motores, montados praticamente em qualquer lugar do avião, desde o interior da fuselagem propriamente dita, até as pontas das asas.

Nesse tipo de avião, a sustentação se concentra geralmente apenas nas asas. Assim, o centro de sustentação destas corresponde, normalmente, ao centro de gravidade do avião.

As asas não formam uma linha horizontal contínua, mas têm as pontas um pouco levantadas em relação ao centro, formando o chamado ângulo diedro. Esse ângulo resulta em maior sustentação da asa que se encontra numa posição inferior, quando o avião se inclina para um dos lados, razão pela qual o aparelho tende a voltar à posição horizontal.

A sustentação real produzida pelas asas varia com a velocidade do avião. Quanto mais rápido ele voar, mais sustentação será produzida, explicando de maneira simplista. Assim, o aparelho tem que ganhar uma velocidade considerável no solo antes de obter sustentação suficiente para decolar. Maiores velocidades implicam em maior resistência do ar (mais dificuldade para o avanço). Por isso, os jatos e outros aviões de alta velocidade têm as asas mais delgadas, que oferecem pouca resistência quando comparadas às asas dos aviões mais antigos.

Desenho explodido de um Boeing 747-800.

Se um avião reduzir sua velocidade abaixo do que se conhece como velocidade de stol, cairá imediatamente, pois a sustentação será insuficiente para mantê-lo na posição horizontal. Para os aviões de asas delgadas, a velocidade tende a ser mais alta do que para os de asas mais grossas; por essa razão, os aviões a jato necessitam de velocidades mais altas para decolar e aterrissar. Seria difícil controlar um avião se esses fatores não pudessem variar. O avião a jato necessitaria de pistas enormes, devido a sua velocidade mínima ser muito alta; por outro lado, se tivesse asas mais grossas, sua velocidade máxima seria diminuída.

Um dispositivo conhecido como flap foi desenvolvido para modificar uma seção da asa, a fim de que a sustentação possa ser alterada pelo piloto. Parte do bordo de fuga da asas, algumas vezes, do bordo de ataque também, pode dobrar-se para baixo, aumentando a curvatura do aerofólio e proporcionando mais sustentação em velocidades mais baixas. A dobradiça é geralmente projetada para abrir um vão entre a asa e o flap, através do qual o ar pode fluir livremente, reduzindo-se a turbulência. Quando movimentados para baixo, os flaps aumentam a resistência ao avanço, diminuindo a velocidade do aparelho. Este efeito pode ser maior, em alguns aviões, se forem abertos flaps transversais, em cima das asas ou em outro local. Esses flaps são conhecidos também como freios de ar.

Controles do avião

Diagrama dos controles de um avião
As superfícies de controle inclinam o avião ao redor de três eixos.

Durante o voo, o avião tem que se mover de três maneiras básicas: num ângulo vertical – para cima e para baixo; num ângulo horizontal – de um lado para outro; e rolando ao redor de um eixo longitudinal. O movimento vertical é controlado pelas superfícies móveis, chamadas de elevadores, localizadas no bordo de fuga do estabilizador horizontal. Movendo-se esses elevadores para cima, encurva-se o estabilizador horizontal num aerofólio de curva invertida; o resultado é uma pressão que força o estabilizador para baixo, fazendo com que o avião tenha sua frente levantada, em posição de subida. Baixando-se os elevadores, o efeito é exatamente o oposto.

Diagrama com a explicação dos movimentos do avião em seus eixos.
Os ailerons giram o aparelho ao longo do eixo longitudinal. Os elevadores fazem o avião subir e mergulhar. O leme leva-o a escorregar horizontalmente. Nas curvas normais, o avião escorrega e rola para dentro da curva.

Controla-se o movimento horizontal por meio de uma superfície móvel no estabilizador vertical, conhecido como leme. No caso de apenas o leme ser usado, o avião “derrapa” lateralmente; mas essa maneira de se fazer uma curva é “errada” e mal controlada. Não há uma força contrária horizontal que evite o avião a continuar a virar. Além disso, a força centrífuga horizontal joga os passageiros e a tripulação para o lado de fora da curva. Movendo-se os ailerons, superfícies de controle nas extremidades das asas, o avião pode ser forçado a se inclinar ou rolar para o lado interno da curva, ao mesmo tempo que o leme o faz virar de tal maneira que ele se inclina na direção do centro da curva, como, por exemplo, uma bicicleta.

Nos aviões primitivos, as superfícies de controle – alierons, elevadores e leme – eram movidas pela ação direta do piloto, através de cabos de controle (e isso ainda acontece em alguns aviões pequenos). Com os modernos e maiores aviões, as forças aerodinâmicas que agem sobre as superfícies de controle são demasiadamente grandes para a ação direta e as operações se realizam, geralmente, por meio de cilindros hidráulicos, comandados pelos pilotos através de servomecanismos totalmente mecânicos, parcialmente mecânicos ou totalmente eletrônicos (Fly By Wire).

Diagrama mostrando o funcionamento dos flaps e o ângulo de diedro.
Os flaps são montados no bordo de fuga da asa. Sua ação é, às vezes, ampliada por um rebaixamento no bordo de ataque. Baixando-se os flaps, aumenta-se a área efetiva do aerofólio e a asa desenvolve mais sustentação em baixa velocidade (consequentemente, mais arrasto). As asas do avião formam um ângulo de diedro, o que faz o avião ter a tendência de voltar à posição original.

Grosso modo, o sistema opera de maneira similar à direção hidráulica de um carro. Essa ajuda adicional faz com que os controles de um avião moderno seja bastante leves, restando, no entanto, um mínimo de resistência, o suficiente para que o piloto saiba se as superfícies de controle estão respondendo de maneira correta.

Para mover os elevadores, o piloto precisa acionar sua coluna de controle para frente e para trás; no caso dos ailerons, é suficiente girar a direção montada na coluna de controle. O leme é operado por dois pedais, deixando as mãos do piloto livres para cuidarem das demais superfícies de controle da aeronave.

O avião do futuro serão supersônicos?

O esquema do avião convencional deverá permanecer o mesmo por muitos anos ainda, mas exitem agora outros tipos de aeronaves para finalidades específicas. Entre eles, um dos principais é o avião supersônico, que geralmente tem as asas em forma de delta, para diminuir a um mínimo a resistência ao avanço e evitar problemas com a onda de choque causada pelo voo supersônico. Frequentemente esse tipo de aeronave não tem empenagem. Os ailerons se duplicam como elevadores e são conhecidos como elevons.

Diagrama de aviões supersônicos explicando o funcionamento dos elevons e asas de geometria variável.
Esse avião com asas fixas em delta não possui estabilizadores separados, assim, não pode ter elevadores e ailerons individuais. Suas asas são dotadas de elevons – superfícies de controle que combinam as duas funções.

As linhas do avião supersônico diferem do perfil das aeronaves subsônicas; contudo, os primeiros também têm que voar a uma velocidade inferior à do som. O resultado é um avião ineficiente em ambos os tipos de voo. Para resolver esse problema, os projetistas de avião criaram várias soluções, entre elas as asas móveis (de geometria variável). Nos voos subsônicos, elas se abrem para fora da fuselagem, a fim de produzir a sustentação adequada; nos voos supersônicos, retraem-se para trás, dando ao avião o formato de delta. Para se chegar a esse resultado foi necessário superar muitos problemas mecânicos.

Nos últimos 90 anos, o formato dos aviões tem atendido, geralmente, às necessidades impostas pelas forças armadas de diferentes países. Mas, à medida que as viagem aéreas se tornam mais difundidas, os modelos comerciais também vão sendo aperfeiçoados, incorporando soluções que, de início, eram destinadas essencialmente a projetos militares.

Gostou do post? Leia também Transporte aeromédico e UTI aérea: o que é e como funciona.

lançamento tesla truck

Tesla revelará sua picape (Cybertruck) hoje. Veja ao vivo!

A tão esperada picape da Tesla será finalmente revelada ao público esta noite.

Nesta quinta-feira à noite, Elon Musk aparecerá no palco do Centro de Design da Tesla em Los Angeles para revelar o produto mais aguardado de todos os tempos: a primeira picape elétrica da Tesla. Embora Musk venha informando e negando informações sobre a picape há cerca de seis anos, com o aumento do hype a cada dia, ninguém ainda conseguiu desvendar como a picape será. Mas de uma coisa sabemos: será revolucionária. Acompanhe o lançamento ao vivo:

Elon Musk disse que se inspirou em Blade Runner ao projetar a picape. Conhecida como Cybertruck, com certeza o modelo chega com ares de ficção científica. Apesar dos renderings feitos por alguns fãs variarem radicalmente, temos acesso a alguns detalhes sobre a picape.

Sabemos que ele quer combinar desempenho no nível dos Model S P100D com a praticidade e robustez de uma Ford F-150. Quanto ao design, somente alguns teasers pouco claros.

cybertruck teaser disponibilizado pela tesla

Atualmente, as picapes são o segmento que mais cresce nos EUA e também em mercados emergentes como o Brasil. Mesmo com a concorrência direta de marcas consagradas (como a F-150 elétrica da Ford) e outras startups como a Rivian, há ainda muito dinheiro a ser ganho em picapes. Entrar nesse mercado é uma jogada certeira da Tesla, especialmente porque a empresa continua em busca de rentabilidade sustentável.

Gosta de veículos elétricos? Conheça as motos elétricas disponíveis no Brasil.

legumes verdes

Legumes verdes: conheça os benefícios para a sua saúde

Os legumes verdes são alimentos essenciais para quem busca obter uma saúde melhor por meio da alimentação e manter o corpo em forma, uma vez que possuem um grande valor nutricional: as vitaminas e os minerais fortalecem o sistema imunológico, previnem doenças cardiovasculares e, por serem alimentos cheios de fibras, auxiliam o funcionamento intestinal.

Esses legumes podem ser divididos em dois grupos: os folhosos e os frutos verdes. Para quem não sabe a diferença entre verduras e legumes, as verduras são folhas e plantas comestíveis, como espinafre, brócolis, couve, etc. Os legumes, portanto, são aqueles chamados “frutos salgados”, dos quais aproveitamos, além do fruto em si, as cascas, as raízes e até as sementes.

Em resumo, as folhosas verdes incluem: cheiro verde, couve, acelga, agrião, alface, chicória, bertalha, almeirão, couve-de-Bruxelas, couve chinesa, couve manteiga, endívia, mostarda, espinafre, rúcula, repolho e taioba. Já os frutos verdes são: abobrinha, chuchu, ervilha, jiló, pepino, milho, berinjela, pimentão, quiabo e feijão de vagem. As verduras (folhosas) e os legumes (frutos) verdes, são alimentos de baixa caloria, tornando-os escolhas saudáveis para várias refeições ao longo do dia.

Quais são os legumes verdes?

O Brasil é um dos países com maior número de legumes verdes de origem ou produzidos nacionalmente. Abaixo, apontamos quais são vegetais são considerados legumes verdes, hortaliças verdes e frutos verdes (mas que acabam sendo conhecidos popularmente apenas por legumes verdes):

Folhosos: taioba, acelga, rúcula, agrião, repolho, alface, mostarda, almeirão, espinafre, bertalha, endívia, cheiro verde, couve chinesa, chicória, couve e couve de bruxelas;

Frutos verdes: quiabo, abobrinha, pimentão verde, berinjela, pepino, chuchu, milho verde, ervilha, maxixe, feijão em vagem e jiló;

Subterrâneos: cebola, nabo e rabanete (especialmente folhas);

Inflorescência e talos: couve-flor, aipo, alcachofra, brócolis, alho-poró e aspargo.

Além disso, você sabia que é mais saudável comer essas verduras e legumes crus? Segundo uma pesquisa publicada na revista EXAME (2016), muitos vegetais perdem mais da metade do seu valor nutricional ao passarem pelo processo de cozimento. Isso ocorre porque o calor do fogo mata compostos bioativos importantes do alimento e reduz sua atividade antioxidante no organismo. Portanto, o preparo e a forma como consumimos esses alimentos também devem ser levados em consideração.

Segundo recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), a consumo recomendado de hortaliças ou legumes verdes é de pelo menos 3 porções ao dia. Como nenhuma delas têm todos os nutrientes recomendados para uma alimentação saudável, o mais indicado é consumir um mix dessas folhas e legumes.

12 legumes verdes folhosos e os seus benefícios

Escarola

escarola legumes verdes

A Escarola é cheia de fibras, cálcio, magnésio, potássio, ferro, antioxidantes e vitaminas do complexo B, C, E e K. Auxilia no emagrecimento, na prisão de ventre, na redução do colesterol ruim e no controle da diabetes. A escarola também é uma grande amiga dos atletas por conta do cálcio.

Folha de mostarda

folha de mostarda legumes verdes

A folha da mostarda é riquíssima em antioxidantes, fibras, ácido fólico e vitaminas A, C e K. Previne doenças do fígado e contribui para uma boa digestão.

Endívia

endivia legumes verdes

Sem dúvidas a endívia é uma ótima fonte de fibras, cálcio, ferro, potássio, ácido fólico e vitaminas A, C e do complexo B. Ela ajuda a eliminar toxinas presentes no organismo, protege o sistema cardiovascular e tem ação diurética.

Couve

couve legumes verdes

A couve é rica em ferro, fibras, magnésio, cálcio, fitoquímicos e vitaminas do complexo B, K e A. Portanto, é uma ótima opção para tratar anemia, gastrite, câimbra e, sem dúvidas, prisão de ventre. Os fitoquímicos presentes nas folhas combatem também os radicais livres que oxidam células do nosso corpo e provocam tanto envelhecimento precoce quanto aumentam as chances de termos câncer. 

Chicória

chicoria legumes verdes

A Chicória é rica em vitaminas A, C e do complexo B, possui muita fibra, cálcio, ferro, potássio e fósforo. Dessa forma, ajuda no funcionamento do intestino e apresenta propriedades diuréticas, o que previne pedras nos rins e auxilia no tratamento de infecções urinárias.

Agrião

agriao legumes verdes

O agrião, além de ser rico em fibras, antioxidandes, ácido fólico e vitaminas A, C e K, ainda apresenta propriedades digestivas, adstringente e expectorante. Sempre consumir com o caule.

Espinafre

espinafre legumes verdes

O espinafre é cheio de fibras, carotenoides, zinco, potássio, magnésio, ferro e vitaminas do complexo B. Possui ação anti-inflamatória e anticangerígena no organismo, por conta de seu alto teor de fitoquímicos. A riqueza em fibras reduz a constipação, diminui o colesterol ruim e controla a diabetes, auxiliando no emagrecimento.

Almeirão

almeirao legumes verdes

O almeirão além de ser fonte de lactucina, uma substância analgésica natural que acalma o organismo, o almeirão também possui fibras, ferro, cálcio, fósforo e vitaminas A, C e do complexo B.

Acelga

acelga legumes verdes

A acelga é riquíssima em antioxidantes, magnésio, ferro, fibras, potássio, vitaminas K, C, A e E. Além disso, têm propriedades anti-inflamatórias e anti-hipertensivas, ou seja, é perfeita para que tem pressão alta.

Rúcula

rucula legumes verdes

A rúcula é muito útil para quem quer perder peso, resolver o problema da prisão de ventre, reduzir o colesterol e controlar a diabetes, pois é rica em antioxidantes, fibras, cálcio e em vitaminas A, C e K.

Repolho

repolho legumes verdes

O repolho é rico em cálcio, fósforo, selênio, vitaminas A, E, C, K e do complexo B. Ainda é uma ótima fonte de fibras, antioxidantes, substâncias anti-inflamatórias e é um grande amigo do sistema imunológico. Fora isso, também traz muitos benefícios para o sistema nervoso central e proporciona um bom funcionamento do trato digestivo.

Alface

alface legumes verdes
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A alface é rica em lactucina e magnésio, substâncias que agem no organismo como calmantes naturais, combatendo o estresse, aliviando dores musculares e evitando a fadiga muscular. A alface roxa, por outro lado, é rica em antocianinas, um antioxidante que combate radicais livres do corpo e previne doenças cardiovasculares. 

6 legumes verdes não folhosos e os seus benefícios

Abobrinha

abobrinha legumes verdes

Em 100g de abobrinha há somente 20 calorias, ou seja, ela é uma ótima opção para quem quer perder peso! Além disso, é antioxidante e combate os radicais livres responsáveis pelo envelhecimento. Suas sementes tem ação anti-inflamatória, ajudando a eliminar parasitas, bactérias e a defender o sistema respiratório. O legume é riquíssimo em vitamina C e, por esse motivo, é famosa por combater doenças respiratórias. Por ser rica em cálcio, também fortalece dentes e ossos. Regula o açúcar no sangue, controla a diabetes e é rica em zinco, magnésio e vitaminas do complexo B, ajudando também a diminuir a pressão arterial por ter potássio e a reduzir o colesterol ruim.

Por ser 95% água, ela mantém o seu corpo hidratado e previne dores de cabeça causadas por desidratação. As sementes também possuem um óleo antimicrobiano e antiparasitário, tratando o problema de vermes e parasitas intestinais. Fora todos esses benefícios, o legume verde também está sendo usado em estudos para o tratamento do câncer.

Chuchu

chuchu legumes verdes

Pertencente à família das abóboras, o chuchu é muito popular nas refeições brasileiras e pode ser preparado de diversas formas. Esse legume verde é rico em antioxidantes, cálcio, ferro, fibras, fósforo, magnésio, zinco, potássio, vitaminas A, B e C. Seus benefícios incluem o combate ao câncer, devido à vitamina C e aos seus antioxidantes, que combatem radicais livres oxidantes de células, reduzindo o risco de câncer. Também é bom para os ossos, por ser rico em magnésio e fósforo, prevenindo doenças como osteoporose. Por ser fonte de vitamina B9, previne acidentes vasculares, cerebrais e outras doenças cardíacas. Combate o envelhecimento porque faz bem para a pele; seus antioxidantes combatem os radicais livres que levam ao envelhecimento da pele, melhora problemas de acnes e ajuda na produção de oleosidade. A vitamina C e o zinco reforçam o sistema imunológico. As fibras do chuchu também são ótimas para regular a glicemia, fazendo-se adequadas para controlar a diabetes. A anemia também pode ser combatida pelo chuchu, que é rico em vitamina B2 e ferro. Desse modo, o chuchu pode ajudar no emagrecimento, justamente por ser rico em água e fibras, o que evita a constipação e reduz o inchaço abdominal.

Inclusive, o chuchu pode ser comido cru, pois consumi-lo in natura preserva muito mais os seus nutrientes. A versão crua é mais crocante e pode ser usada em sucos com outras frutas.

Ervilha

ervilha legumes verdes

A ervilha é uma ótima fonte de proteínas! Você sabia que ela contém quase o dobro de proteínas da maioria dos vegetais? Por ser barata, ela pode compor pratos do dia-a-dia como sopas, saladas e acompanhamentos. A ervilha faz bem ao coração, à visão, ao cérebro, aos músculos, previne a diabetes, fortalece os ossos, é boa para a pele, fortalece o sistema imunológico, auxilia a digestão, combate ao câncer, é boa para o sangue e previne a depressão.

Por conter niancina, uma substância que reduz o colesterol ruim, ela é uma grande amiga do coração e ajuda a prevenir doenças cardiovasculares. O zinco, as vitaminas do complexo B e o ácido fólico preservam os vasos sanguíneos e seus flavonoides anti-inflamatórios previnem coágulos sanguíneos.

Essa leguminosa verde apresenta um baixo índice glicêmico, então é uma ótima opção para prevenir o aparecimento da diabetes, pois regula os níveis de açúcar no sangue. 

Seus olhos agradecerão se você comer ervilhas! Elas contém luteína, uma substância que o corpo humano não produz sozinho e é essencial para proteger os olhos dos raios solares. Os ossos são fortalecidos pela quantidade de cálcio, vitamina K, B e ácido fólico presentes nas ervilhas. A digestão também melhora por conta das fibras do legume, prevenindo prisão de ventre e síndrome do intestino irritável. Por ser rica em proteínas, a ervilha ajuda no fortalecimento muscular e atua como um suplemento natural para quem treina. O ferro, o magnésio, o zinco e a vitamina K presentes na ervilha são importantes para prevenir doenças degenerativas.

Sua quantidade de vitamina C fortalece o sistema imunológico. A ervilha também previne o aparecimento de câncer, o desenvolvimento de anemia e até reduz sintomas de depressão!  

Pepino

pepino legumes verdes

Por ser muito pobre em calorias e rico em água, minerais e antioxidantes, o pepino é ótimo para hidratar o corpo e manter o bom funcionamento do intestino. A casca e as sementes também devem ser ingeridas, pois são ricas em betacaroteno e fibras, garantindo a boa saúde dos olhos, cabelos e da pele.

Seus maiores benefícios incluem a melhora na saúde do coração, por ser rico em potássio. A melhora na saúde da pele, unhas, olhos e cabelos, por conta de seus antioxidantes e carotenoides. Previne o câncer, por ser rico em antioxidantes poderosos, lignanas e flavonoides. Melhora no funcionamento intestinal, por ser cheio de fibras. Mantém o corpo hidratado, pela grande quantidade de água. Melhora na circulação sanguínea, por não apresentar gorduras e muita água. Por ser rico em potássio e magnésio, melhora na saúde e contração muscular. Ajuda a emagrecer por quase não conter calorias e dar sensação de saciedade.

O pepino é conhecido como um legume verde refrescante e deve-se consumir de 1 a 3 unidades por semana em saladas, sucos verdes, águas saborizadas e até em conserva.

Quiabo

quiabo legumes verdes

O quiabo é muito utilizado no Brasil em pratos de culinária tradicional. Esse legume verde possui muitos benefícios para a saúde. Logo de cara, o quiabo ajuda a emagrecer, pois contém baixo índice calórico, é rico em fibras (inclusive na “baba” do quiabo). Tais fibras dão sensação de saciedade, melhoram o funcionamento intestinal e não proporcionam picos de glicemia no sangue. Desse modo, o quiabo reduz níveis de glicemia e colesterol ruim, auxiliando no tratamento e prevenção da diabetes. A riqueza do alimento em vitamina C também fortalece o sistema imune, previne o câncer de mama e cólon.

A vitamina A e os carotenoides evitam doenças oftalmológicas, ou seja, é excelente para a saúde dos olhos. Os ossos também agradecem; a vitamina K do quiabo é ótima para a formação e manutenção da saúde dos ossos e dentes. O quiabo também é um ótimo suplemento natural de ácido fólico, uma vitamina essencial para a formação do tubo neural do feto, ou seja, grávidas devem consumir quiabo! Por fim, a “baba” do quiabo também pode ser aplicada nos cabelos e na pele, pois hidrata e proporciona brilho e vitalidade.

Feijão de vagem

feijao de vagem legumes verdes

Direto da família dos feijões, a vagem é riquíssima em nutrientes e faz muito bem para a nossa saúde, como vitaminas do complexo B, vitamina C, fibras, magnésio, cálcio, ferro e fósforo.

Seus benefícios incluem ação antioxidante natural que retarda o envelhecimento precoce das células, sendo amiga da pele e prevenindo doenças crônicas (como câncer e catarata). A grande quantidade de magnésio também torna a vagem muito benéfica para a saúde muscular, otimizando resultados de treinos e atuando na saúde das articulações. Por ser boa fonte de ferro, esse legume verde combate a anemia e fortalece o sistema imunológico. Por ser rica em fibras, também é ótima para a saúde intestinal e, consequentemente, melhora o humor! Além disso, controla níveis de açúcar no sangue, prevenindo a diabetes e ajudando no emagrecimento (100g de vagem têm apenas 35 calorias).

Incluir legumes verdes na alimentação diária é fundamental para ter uma boa saúde. Gostou do nosso post sobre legumes verdes? Comenta pra gente quais outros legumes e vegetais você costuma consumir!

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